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14 Out 2008

Você Tem Autonomia ou Só Vai na Onda?

Escrito por 

As pessoas votam em candidatos e fim de papo! Querem é ver, pelo menos, resultados práticos já que provenientes de escolhas obrigatórias.

"Há três gêneros de cérebros: um, o dos que entendem as coisas por si próprios; outro, o dos que discernem o que os outros entendem; o terceiro, o dos que não entendem nem por si próprios nem sabem discernir o que os outros entendem".- "O Príncipe", Maquiavel.

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A maioria esmagadora das pessoas normais talvez jamais assuma qualquer posição político-partidária na vida. As pessoas votam em candidatos e fim de papo! Querem é ver, pelo menos, resultados práticos já que provenientes de escolhas obrigatórias, exigidas por uma lei de proteção aos produtores da politicagem, feita por eles mesmos, para subirem ao Poder. Em nosso Brasil, segue a confusão idiota premeditada entre o sagrado direito de escoher e a obrigação odiosa de votar em qualquer um, em qualquer partido, para não serem punidos pela lei da chibata ideológica. Mas,votar em branco, não vale a incomodação, a fila e o preço da passagem de ida e volta.

O voto obrigatório não passa de um absurdo produzido pelo espírito de porco e, por isso, sempre autoritário e intelectualmente mesquinho daqueles que se dizem porta-vozes do povo.

O voto obrigatório, a concepção do Estado como um fim e não como um meio, e todas estas barbaridades tributárias que transformaram a vida do brasileiro em um inferno de mentirosas intenções sociais, são produtos da crença no Governo salvador e do socialismo. distribuídos no mercado político como se fossem mercadorias de contrabando, muito baratinhas mas cheias de defeitos e sem qualquer possibilidade de assistência técnica ou de compensações pelos danos e perdas, ou por danos morais...

Você,que está lendo esse artigo, talvez nem tenha tempo ou vocação intelectual para estudar as complexidades das ciências políticas. Possivelmente, nunca leu ou jamais lerá textos de Alexander Hamilton, Adam Smith, F. Hayek, Ludwig von Mises, Milton Friedman, Rui Barbosa e, muito menos ainda, Marx e Engels...Quem sabe se você, também, nunca teve o azar de ser torturado pelas ladainhas de professores em missão pastoral de catequese socialista, como tem acontecido com milhões de jovens patrícios desviados do amor, do esporte, das belas-artes, da família, do lazer e da religião pelos sonhos de gente frustrada, que não consegue ver luz nenhuma no fundo do tunel de suas próprias incompetências. Esse pessoal é muito chato, adora transferir suas frustrações e levar todo o mundo na conversa, diretamente para o buraco escuro de suas crenças coletivistas inconseqüentes. Inconformados, sonhando poder um dia assumir o controle burocrático das vidas alheias, ditando regras para a salvação do mundo irreal de suas cacholas sem visão de liberdade.

Mas, apesar dessa sorte toda, você não sabe ainda qual o seu próprio perfil político? Pois bem, em cada cem casos como o seu, noventa e nove são federalistas e ou liberais natos e não sabiam disso... Vamos esquecer a minoria tristonha, rouca de tanto mentir e sempre amante da caça às bruxas, e ajudar você a desvendar o seu verdadeiro perfil psicológico e político (psícopolítico).

Começando pelo dicionário do Aurélio: ele diz que liberal é adjetivo (qualifica) 1. Amigo de dar; dadivoso, pródigo. 2. Que é partidário do liberalismo. 3. Que tem idéias ou opiniões avançadas. 4. Partidário do liberalismo. Mais adiante, descobrimos que "liberalismo", como substantivo masculino, significa: O conjunto de idéias e doutrinas tendentes a assegurar a liberdade individual no campo da política, da moral, etc., na sociedade. Você, com certeza, já está começando a se olhar no espelho de sua própria alma e perguntando a si próprio se não é isso que você sempre achou que era...

Calma, amigo, vamos mais em frente...Se você também concordar, plenamente,com as proposições abaixo enumeradas, não tenha mais nenhuma dúvida de que você é um "liberal" até à raiz do cabelo e que ninguém vai levar você na conversa fiada. Quem sabe se você, também, não é um federalista, muito consciente de que a força maior do Brasil deveria estar em nossos municípios e estados, como projeções naturais de nossas escolhas sobre Brasília? Vamos lá:

1. Liberdade não é libertinagem!

2. As virtudes da economia são: o trabalho, a poupança, a prudência, a previdência, a generosidade, moderação no supérfluo, honestidade pública e privada.

3. Educação se não for para o desenvolvimento e com vocação para a prosperidade é pura perda de tempo com fantasias. O patrulhamento ideológico é a domesticação dos jovens para a perda condicionada da liberdade de escolha individual é a deseducação de um povo.

4. Todos são iguais perante a Lei.

5. Cada um aproveita sua oportunidade conforme regras estáveis de liberdade.

6. Um país com desigualdades regionais tem que fazer esforço na educação de primeiro grau, no ensino profissionalizante local para ensinar como se pode ganhar honestamente o dinheiro, um esforço enorme na prevenção de doenças, na valorização da relação da população com o Meio Ambiente e um esforço continuado para evitar a proliferação da miséria e das carências multiplicadas pelo sexo irresponsável (paternidade irresponsável).

7. Uma república federativa deve conceder máxima autonomia, liberdade e responsabilidades aos governos mais próximos à população. A maior parte do dinheiro arrecadado pelos impostos deve ser gasto onde foi pago e sob vigilância participativa dos contribuintes.

8. Sem ética econômica e responsabilidade política, as questões sociais tendem a ficar cada vez mais graves e ameaçam a liberdade de todos os constituintes da sociedade organizada (Estado).O cooperativismo é uma das melhores soluções capitalistas para as dificuldades da produção, do trabalho e do consumo.

9. A injustiça contra um é uma ameaça contra todos.

10.O excesso de impostos e obrigações, de leis e regulamentos que tolhem a liberdade, o desrespeito ao direito de propriedade, a insegurança pública e o governo imperial centralizado na distante Brasília, roubam nossos desejos e recursos para construirmos um país democrático, próspero e feliz.

Muito bem, se confirmada sua concordância, você acaba de ler quase um terço da biblioteca especializada em ciência política que se preze. Eu e você estaremos, daqui para frente aliados, na defesa daquilo que realmente deve nos interessar. O resto, pouco importa, fica pra depois...

"Há três gêneros de cérebros: um, o dos que entendem as coisas por si próprios; outro, o dos que discernem o que os outros entendem; o terceiro, o dos que não entendem nem por si próprios nem sabem discernir o que os outros entendem".- "O Príncipe", Maquiavel.

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A maioria esmagadora das pessoas normais talvez jamais assuma qualquer posição político-partidária na vida. As pessoas votam em candidatos e fim de papo! Querem é ver, pelo menos, resultados práticos já que provenientes de escolhas obrigatórias, exigidas por uma lei de proteção aos produtores da politicagem, feita por eles mesmos, para subirem ao Poder. Em nosso Brasil, segue a confusão idiota premeditada entre o sagrado direito de escoher e a obrigação odiosa de votar em qualquer um, em qualquer partido, para não serem punidos pela lei da chibata ideológica. Mas,votar em branco, não vale a incomodação, a fila e o preço da passagem de ida e volta.

O voto obrigatório não passa de um absurdo produzido pelo espírito de porco e, por isso, sempre autoritário e intelectualmente mesquinho daqueles que se dizem porta-vozes do povo.

O voto obrigatório, a concepção do Estado como um fim e não como um meio, e todas estas barbaridades tributárias que transformaram a vida do brasileiro em um inferno de mentirosas intenções sociais, são produtos da crença no Governo salvador e do socialismo. distribuídos no mercado político como se fossem mercadorias de contrabando, muito baratinhas mas cheias de defeitos e sem qualquer possibilidade de assistência técnica ou de compensações pelos danos e perdas, ou por danos morais...

Você,que está lendo esse artigo, talvez nem tenha tempo ou vocação intelectual para estudar as complexidades das ciências políticas. Possivelmente, nunca leu ou jamais lerá textos de Alexander Hamilton, Adam Smith, F. Hayek, Ludwig von Mises, Milton Friedman, Rui Barbosa e, muito menos ainda, Marx e Engels...Quem sabe se você, também, nunca teve o azar de ser torturado pelas ladainhas de professores em missão pastoral de catequese socialista, como tem acontecido com milhões de jovens patrícios desviados do amor, do esporte, das belas-artes, da família, do lazer e da religião pelos sonhos de gente frustrada, que não consegue ver luz nenhuma no fundo do tunel de suas próprias incompetências. Esse pessoal é muito chato, adora transferir suas frustrações e levar todo o mundo na conversa, diretamente para o buraco escuro de suas crenças coletivistas inconseqüentes. Inconformados, sonhando poder um dia assumir o controle burocrático das vidas alheias, ditando regras para a salvação do mundo irreal de suas cacholas sem visão de liberdade.

Mas, apesar dessa sorte toda, você não sabe ainda qual o seu próprio perfil político? Pois bem, em cada cem casos como o seu, noventa e nove são federalistas e ou liberais natos e não sabiam disso... Vamos esquecer a minoria tristonha, rouca de tanto mentir e sempre amante da caça às bruxas, e ajudar você a desvendar o seu verdadeiro perfil psicológico e político (psícopolítico).

Começando pelo dicionário do Aurélio: ele diz que liberal é adjetivo (qualifica) 1. Amigo de dar; dadivoso, pródigo. 2. Que é partidário do liberalismo. 3. Que tem idéias ou opiniões avançadas. 4. Partidário do liberalismo. Mais adiante, descobrimos que "liberalismo", como substantivo masculino, significa: O conjunto de idéias e doutrinas tendentes a assegurar a liberdade individual no campo da política, da moral, etc., na sociedade. Você, com certeza, já está começando a se olhar no espelho de sua própria alma e perguntando a si próprio se não é isso que você sempre achou que era...

Calma, amigo, vamos mais em frente...Se você também concordar, plenamente,com as proposições abaixo enumeradas, não tenha mais nenhuma dúvida de que você é um "liberal" até à raiz do cabelo e que ninguém vai levar você na conversa fiada. Quem sabe se você, também, não é um federalista, muito consciente de que a força maior do Brasil deveria estar em nossos municípios e estados, como projeções naturais de nossas escolhas sobre Brasília? Vamos lá:

1. Liberdade não é libertinagem!

2. As virtudes da economia são: o trabalho, a poupança, a prudência, a previdência, a generosidade, moderação no supérfluo, honestidade pública e privada.

3. Educação se não for para o desenvolvimento e com vocação para a prosperidade é pura perda de tempo com fantasias. O patrulhamento ideológico é a domesticação dos jovens para a perda condicionada da liberdade de escolha individual é a deseducação de um povo.

4. Todos são iguais perante a Lei.

5. Cada um aproveita sua oportunidade conforme regras estáveis de liberdade.

6. Um país com desigualdades regionais tem que fazer esforço na educação de primeiro grau, no ensino profissionalizante local para ensinar como se pode ganhar honestamente o dinheiro, um esforço enorme na prevenção de doenças, na valorização da relação da população com o Meio Ambiente e um esforço continuado para evitar a proliferação da miséria e das carências multiplicadas pelo sexo irresponsável (paternidade irresponsável).

7. Uma república federativa deve conceder máxima autonomia, liberdade e responsabilidades aos governos mais próximos à população. A maior parte do dinheiro arrecadado pelos impostos deve ser gasto onde foi pago e sob vigilância participativa dos contribuintes.

8. Sem ética econômica e responsabilidade política, as questões sociais tendem a ficar cada vez mais graves e ameaçam a liberdade de todos os constituintes da sociedade organizada (Estado).O cooperativismo é uma das melhores soluções capitalistas para as dificuldades da produção, do trabalho e do consumo.

9. A injustiça contra um é uma ameaça contra todos.

10.O excesso de impostos e obrigações, de leis e regulamentos que tolhem a liberdade, o desrespeito ao direito de propriedade, a insegurança pública e o governo imperial centralizado na distante Brasília, roubam nossos desejos e recursos para construirmos um país democrático, próspero e feliz.

Muito bem, se confirmada sua concordância, você acaba de ler quase um terço da biblioteca especializada em ciência política que se preze. Eu e você estaremos, daqui para frente aliados, na defesa daquilo que realmente deve nos interessar. O resto, pouco importa, fica pra depois...

Jorge Geisel

Advogado especialista em Direito Marítimo com passagem em diversos cursos e seminários no exterior. Poeta, articulista, membro trintenário do Lions Clube do Brasil. É um dos mais expressivos defensores do federalismo e da idéia de maior independência das unidades da federação.

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