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12 Nov 2008

Uma Eleição Histórica

Escrito por 

Mais do que tudo, o grande exemplo que os EUA nos deixam é que tudo pode acontecer num país continental e federativo, até uma Guerra de Secessão, menos a inconveniência de eleger-se um apedeuta ou um déspota esclarecido.

“Numa sociedade submetida a formas que permitam uma facção mais forte unir e oprimir as mais fracas, a anarquia pode-se dizer reinante, assim como ocorre na natureza”. -- James Madison (Federalist No. 52, 8 February 1788)

Norte-americanos podem ter comparecido ou não às urnas, que nos EUA são livres pois lá votar não é obrigação e sim um direito. Mesmo assim, os eleitores correram em massa para eleger seus candidatos, Obama ou MaCain, com uma abstenção muito menor do que a usual.

Mas, qual a razão para tamanha arregimentação de um eleitorado, para esperar em longas filas o exercício de um direito que parecia banalizado?

As razões, possivelmente, foram além da crise financeira que fez sucumbir empregos, os sonhos da casa própria, as poupanças e as perdas de vidas no Iraque e no Afeganistão. As convenções partidárias foram realizadas com mensagens que ultrapassavam os limites dos interesses pessoais. Na realidade, o foco fundamental foi a discussão das matérias de estado. A questão que tocou o coração dos indivíduos comuns, foi a continuidade de um grande sonho americano, herdado daqueles que derramaram sangue e suor para construir o futuro de uma nova e grande soberania, fundada nos princípios de um governo do povo, para o povo e pelo povo.

Sendo uma Federação estruturada em fortes autonomias, os eleitorados estaduais representam pesos distintos, com seus delegados que somam unidades de uma mesma vontade. A Federação tornou-se indestrutível. O Presidente, o respeitado líder de uma União vitoriosa de Estados semi-independentes.

Barack Hussein Obama II (Honolulu, 4 de agosto de 1961) é um político dos Estados Unidos da América, eleito o 44º presidente de seu país, pelo Partido Democrata. Sua candidatura foi formalizada pela Convenção do Partido Democrata em 28 de agosto de 2008. Senador pelo estado de Illinois. Obama é o primeiro “afro-americano” a ser eleito, embora filho de pai negro e de mãe branca. É também o único senador “afro-americano” na atual legislatura.

Graduou-se em Ciências Políticas pela Universidade Columbia em Nova Iorque, para depois cursar Direito na Universidade de Harvard, graduando-se em 1991. Foi o primeiro “afro-americano” a ser presidente da Harvard Law Review.

Obama atuou como líder comunitário e como advogado na defesa de direitos civis até que, em 1996, foi eleito ao Senado de Illinois (Orgão integrante da Assembléia Geral de Illinois, que constitui o poder legislativo estadual), mandato para o qual foi reeleito em 2000.

Entre 1992 e 2004, ensinou direito constitucional na escola de direito da Universidade de Chicago.

Tendo tentado, em 2000, eleger-se, sem sucesso, ao Congresso Americano, anunciou, em janeiro de 2003, sua candidatura ao Senado dos Estados Unidos. Após vitória na eleições primárias, foi escolhido como orador de honra para a Convênção Nacional do Partido Democrata em julho de 2004. Em novembro, foi eleito Senador dos Estados Unidos pelo estado de Illinois com 70% dos votos. Em 4 de janeiro de 2005 assumiu o atual mandato, o qual tem duração até 2011.

Como membro da minoria democrata no período entre 2005 e 2007, ajudou a criar leis para controlar o uso de armas de fogo e para promover maior controle público sobre o uso de recursos federais. Neste período, fez viagens oficiais para o Leste Europeu, o Oriente Médio e África. Na atual legislatura, contribuiu para a adoção de leis que tratam de fraude eleitoral, da atuação de lobistas, mudança climática, terrorismo nuclear e assitência para militares americanos após o período de serviço.

Os Democratas são chamados nos Estados Unidos de “liberais”, contrapondo-se aos conservadores, o que gera uma pequena confusão semântica, uma vez que sua política não é liberal e sim social-democrata, mais ou menos como todos os partidos brasileiros. Adotam atitudes protecionistas com forte ligação com os corporativismos, com os sindicatos e têm como uma de suas bases a preocupação com o Meio Ambiente e direitos sociais. São, historicamente, mais intervencionistas em relação ao Exterior do que seus concorrentes republicanos. Busch, vítimado politicamente pelo atentado de 11 de Setembro, tornou-se uma exceção republicana.

Os Republicanos, por outro lado, acreditam na geração riqueza a partir de mais benefícios dados à produção e ao crescimento econômico. Acreditam mais nos valores individuais do trabalho e suas iniciativas do que nas determinações políticas do Estado. São mais favoráveis às autonomias estaduais e trabalham pela abertura de mercado; acreditam piamente no equilíbrio fiscal, o que não foi aplicado por Busch, provavelmente em função das beligerâncias em curso.

MaCain acalenta um carinho especial pelo Brasil. Na década de 60, como marinheiro americano, ele aportou no Rio de Janeiro e conheceu uma brasileira, com quem namorou um bom tempo, fazendo-o voltar várias vezes para cá. McCain chegou a declarar que o Brasil é que deveria estar no lugar da Rússia no G8 e que lutararia para que isto acontecesse.

John Sydney McCain nasceu em 29 de agosto de 1936 no Canal do Panamá. Ele optou por seguir a tradição familiar e se formou como oficial da Marinha dos Estados Unidos.

McCain foi convocado para lutar na Guerra do Vietnã (1958-1975) e ficou no país por cinco anos como prisioneiro de guerra, após seu avião ser derrubado, em 1967. Na queda, quebrou dois braços e o joelho e hoje não consegue levantar os braços acima da cabeça.

Em 1973, depois de libertado, McCain foi recebido nos EUA como um herói. Seu caminho de veterano de guerra a político foi rápido. Em 1982, McCain entrou para a política ao ser eleito congressista pelo Estado do Arizona, onde atua até hoje.

Dois anos antes, McCain casou-se com Cindy, sua segunda mulher, que é herdeira de uma das maiores empresas de cerveja dos EUA e tem uma fortuna calculada em US$ 100 milhões. McCain tem sete filhos, três deles adotados. Com Cindy, ele tem dois filhos e duas filhas, Meghan e Bridget, adotada em 1991.

McCain freqüenta uma igreja afiliada ao Congresso Batista, em Phoenix, mas sempre adotou uma postura de confissão religiosa mais reservada do que seus rivais políticos.

Conhecido por seu temperamento enérgico, ele apoiou a Guerra do Iraque, mas criticou a forma como o governo conduziu a operação. McCain expressou contrariedade especialmente em relação às técnicas de tortura empregadas pela CIA (inteligência americana), durante interrogatórios a suspeitos de terrorismo.

Embora Barack Obama tenha inspirado confiança na maioria dos americanos, até mesmo nos Republicanos, ele não possui maiores experiências administrativas e suas propostas declaradamente protecionistas irão dificultar ainda mais a entrada de produtos estrangeiros nos Estados Unidos. Obama não será favorável, por exemplo, ao etanol brasileiro e dará todos os subsídios para que o etanol feito a partir do milho americano seja produzido nos Estados Unidos, embora já tenha se comprovado que se gasta mais energia na produção desse combustível do que ele consegue gerar posteriormente. Já o Republicano declarou seu apoio ao produto brasileiro e reduziria a tributação para a sua entrada.

Em um discurso para representantes dos sindicatos, McCain foi questionado sobre o que faria para proteger os empregos dos americanos. Ele começou sua resposta de maneira política, mas de repente parou e surpreendendo a todos com sua sinceridade declarou “eu sou um trader e acredito no livre-comércio, não adianta eu ficar aqui tentando convencê-los. Eu não sou o candidato de vocês.” Essa sinceridade, jamais vista na política brasileira, jamais será importada para cá.

Para o bem da Natureza, ambos os candidatos declararam que começariam a respeitar o Protocolo de Kyoto. Deixando ainda mais clara a diferença das propostas de McCain das de Busch. MaCain chegou a fazer tantas críticas ao Presidente, que mesmo sendo um antigo senador Republicano foi convidado pelos Democratas a concorrer como vice-presidente na campanha contra Busch.

Já presenciamos em Pindorama que a aparência de um bom político não significa que ele fará um bom governo. Um carisma exacerbado pode esconder mentiras e corrupção. E que entender de gestão é fundamental para a administração pública. Votar em Obama, é quase que politicamente correto, mas será que suas propostas e seu discurso de mudança e esperança serão realmente colocados em prática? Pela experiência brasileira, todas as dúvidas serão válidas.

O fato do vitorioso Obama ser um “afro-americano”, significa maturidade social de um povo já consciente dos seus direitos civís. O sonho de Luther King transformou-se em realidade, assim como a profética obra “O Presidente Negro” de Monteiro Lobato. Vitorioso, tornou-se protagonista de uma eleição histórica.

Mais do que tudo, o grande exemplo que os EUA nos deixam é que tudo pode acontecer num país continental e federativo, até uma Guerra de Secessão, menos a inconveniência de eleger-se um apedeuta ou um déspota esclarecido. Os belos cumprimentos recíprocos pós-eleitoral, engradeceram o candidato vitorioso e o vencido. Os mecanismos do voto livre, o sentido cívico da vida e a sabedoria constitucional que vem sendo observada por mais de dois séculos, podem promover mudanças, mas não as absurdas... 

“Numa sociedade submetida a formas que permitam uma facção mais forte unir e oprimir as mais fracas, a anarquia pode-se dizer reinante, assim como ocorre na natureza”. -- James Madison (Federalist No. 52, 8 February 1788)

Norte-americanos podem ter comparecido ou não às urnas, que nos EUA são livres pois lá votar não é obrigação e sim um direito. Mesmo assim, os eleitores correram em massa para eleger seus candidatos, Obama ou MaCain, com uma abstenção muito menor do que a usual.

Mas, qual a razão para tamanha arregimentação de um eleitorado, para esperar em longas filas o exercício de um direito que parecia banalizado?

As razões, possivelmente, foram além da crise financeira que fez sucumbir empregos, os sonhos da casa própria, as poupanças e as perdas de vidas no Iraque e no Afeganistão. As convenções partidárias foram realizadas com mensagens que ultrapassavam os limites dos interesses pessoais. Na realidade, o foco fundamental foi a discussão das matérias de estado. A questão que tocou o coração dos indivíduos comuns, foi a continuidade de um grande sonho americano, herdado daqueles que derramaram sangue e suor para construir o futuro de uma nova e grande soberania, fundada nos princípios de um governo do povo, para o povo e pelo povo.

Sendo uma Federação estruturada em fortes autonomias, os eleitorados estaduais representam pesos distintos, com seus delegados que somam unidades de uma mesma vontade. A Federação tornou-se indestrutível. O Presidente, o respeitado líder de uma União vitoriosa de Estados semi-independentes.

Barack Hussein Obama II (Honolulu, 4 de agosto de 1961) é um político dos Estados Unidos da América, eleito o 44º presidente de seu país, pelo Partido Democrata. Sua candidatura foi formalizada pela Convenção do Partido Democrata em 28 de agosto de 2008. Senador pelo estado de Illinois. Obama é o primeiro “afro-americano” a ser eleito, embora filho de pai negro e de mãe branca. É também o único senador “afro-americano” na atual legislatura.

Graduou-se em Ciências Políticas pela Universidade Columbia em Nova Iorque, para depois cursar Direito na Universidade de Harvard, graduando-se em 1991. Foi o primeiro “afro-americano” a ser presidente da Harvard Law Review.

Obama atuou como líder comunitário e como advogado na defesa de direitos civis até que, em 1996, foi eleito ao Senado de Illinois (Orgão integrante da Assembléia Geral de Illinois, que constitui o poder legislativo estadual), mandato para o qual foi reeleito em 2000.

Entre 1992 e 2004, ensinou direito constitucional na escola de direito da Universidade de Chicago.

Tendo tentado, em 2000, eleger-se, sem sucesso, ao Congresso Americano, anunciou, em janeiro de 2003, sua candidatura ao Senado dos Estados Unidos. Após vitória na eleições primárias, foi escolhido como orador de honra para a Convênção Nacional do Partido Democrata em julho de 2004. Em novembro, foi eleito Senador dos Estados Unidos pelo estado de Illinois com 70% dos votos. Em 4 de janeiro de 2005 assumiu o atual mandato, o qual tem duração até 2011.

Como membro da minoria democrata no período entre 2005 e 2007, ajudou a criar leis para controlar o uso de armas de fogo e para promover maior controle público sobre o uso de recursos federais. Neste período, fez viagens oficiais para o Leste Europeu, o Oriente Médio e África. Na atual legislatura, contribuiu para a adoção de leis que tratam de fraude eleitoral, da atuação de lobistas, mudança climática, terrorismo nuclear e assitência para militares americanos após o período de serviço.

Os Democratas são chamados nos Estados Unidos de “liberais”, contrapondo-se aos conservadores, o que gera uma pequena confusão semântica, uma vez que sua política não é liberal e sim social-democrata, mais ou menos como todos os partidos brasileiros. Adotam atitudes protecionistas com forte ligação com os corporativismos, com os sindicatos e têm como uma de suas bases a preocupação com o Meio Ambiente e direitos sociais. São, historicamente, mais intervencionistas em relação ao Exterior do que seus concorrentes republicanos. Busch, vítimado politicamente pelo atentado de 11 de Setembro, tornou-se uma exceção republicana.

Os Republicanos, por outro lado, acreditam na geração riqueza a partir de mais benefícios dados à produção e ao crescimento econômico. Acreditam mais nos valores individuais do trabalho e suas iniciativas do que nas determinações políticas do Estado. São mais favoráveis às autonomias estaduais e trabalham pela abertura de mercado; acreditam piamente no equilíbrio fiscal, o que não foi aplicado por Busch, provavelmente em função das beligerâncias em curso.

MaCain acalenta um carinho especial pelo Brasil. Na década de 60, como marinheiro americano, ele aportou no Rio de Janeiro e conheceu uma brasileira, com quem namorou um bom tempo, fazendo-o voltar várias vezes para cá. McCain chegou a declarar que o Brasil é que deveria estar no lugar da Rússia no G8 e que lutararia para que isto acontecesse.

John Sydney McCain nasceu em 29 de agosto de 1936 no Canal do Panamá. Ele optou por seguir a tradição familiar e se formou como oficial da Marinha dos Estados Unidos.

McCain foi convocado para lutar na Guerra do Vietnã (1958-1975) e ficou no país por cinco anos como prisioneiro de guerra, após seu avião ser derrubado, em 1967. Na queda, quebrou dois braços e o joelho e hoje não consegue levantar os braços acima da cabeça.

Em 1973, depois de libertado, McCain foi recebido nos EUA como um herói. Seu caminho de veterano de guerra a político foi rápido. Em 1982, McCain entrou para a política ao ser eleito congressista pelo Estado do Arizona, onde atua até hoje.

Dois anos antes, McCain casou-se com Cindy, sua segunda mulher, que é herdeira de uma das maiores empresas de cerveja dos EUA e tem uma fortuna calculada em US$ 100 milhões. McCain tem sete filhos, três deles adotados. Com Cindy, ele tem dois filhos e duas filhas, Meghan e Bridget, adotada em 1991.

McCain freqüenta uma igreja afiliada ao Congresso Batista, em Phoenix, mas sempre adotou uma postura de confissão religiosa mais reservada do que seus rivais políticos.

Conhecido por seu temperamento enérgico, ele apoiou a Guerra do Iraque, mas criticou a forma como o governo conduziu a operação. McCain expressou contrariedade especialmente em relação às técnicas de tortura empregadas pela CIA (inteligência americana), durante interrogatórios a suspeitos de terrorismo.

Embora Barack Obama tenha inspirado confiança na maioria dos americanos, até mesmo nos Republicanos, ele não possui maiores experiências administrativas e suas propostas declaradamente protecionistas irão dificultar ainda mais a entrada de produtos estrangeiros nos Estados Unidos. Obama não será favorável, por exemplo, ao etanol brasileiro e dará todos os subsídios para que o etanol feito a partir do milho americano seja produzido nos Estados Unidos, embora já tenha se comprovado que se gasta mais energia na produção desse combustível do que ele consegue gerar posteriormente. Já o Republicano declarou seu apoio ao produto brasileiro e reduziria a tributação para a sua entrada.

Em um discurso para representantes dos sindicatos, McCain foi questionado sobre o que faria para proteger os empregos dos americanos. Ele começou sua resposta de maneira política, mas de repente parou e surpreendendo a todos com sua sinceridade declarou “eu sou um trader e acredito no livre-comércio, não adianta eu ficar aqui tentando convencê-los. Eu não sou o candidato de vocês.” Essa sinceridade, jamais vista na política brasileira, jamais será importada para cá.

Para o bem da Natureza, ambos os candidatos declararam que começariam a respeitar o Protocolo de Kyoto. Deixando ainda mais clara a diferença das propostas de McCain das de Busch. MaCain chegou a fazer tantas críticas ao Presidente, que mesmo sendo um antigo senador Republicano foi convidado pelos Democratas a concorrer como vice-presidente na campanha contra Busch.

Já presenciamos em Pindorama que a aparência de um bom político não significa que ele fará um bom governo. Um carisma exacerbado pode esconder mentiras e corrupção. E que entender de gestão é fundamental para a administração pública. Votar em Obama, é quase que politicamente correto, mas será que suas propostas e seu discurso de mudança e esperança serão realmente colocados em prática? Pela experiência brasileira, todas as dúvidas serão válidas.

O fato do vitorioso Obama ser um “afro-americano”, significa maturidade social de um povo já consciente dos seus direitos civís. O sonho de Luther King transformou-se em realidade, assim como a profética obra “O Presidente Negro” de Monteiro Lobato. Vitorioso, tornou-se protagonista de uma eleição histórica.

Mais do que tudo, o grande exemplo que os EUA nos deixam é que tudo pode acontecer num país continental e federativo, até uma Guerra de Secessão, menos a inconveniência de eleger-se um apedeuta ou um déspota esclarecido. Os belos cumprimentos recíprocos pós-eleitoral, engradeceram o candidato vitorioso e o vencido. Os mecanismos do voto livre, o sentido cívico da vida e a sabedoria constitucional que vem sendo observada por mais de dois séculos, podem promover mudanças, mas não as absurdas... 

Jorge Geisel

Advogado especialista em Direito Marítimo com passagem em diversos cursos e seminários no exterior. Poeta, articulista, membro trintenário do Lions Clube do Brasil. É um dos mais expressivos defensores do federalismo e da idéia de maior independência das unidades da federação.

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