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29 Mar 2020

O V DA VITÓRIA

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No Brasil, por sua vez, mais um terrível conflito vem de ser deflagrado pelos vermelhos contra a Nação Verde e Amarela.


Por de trás da guerra contra o corona vírus, que o mundo se viu envolvido, se esconde a ação ou a omissão inconsequente, perversa e criminosa do Partido Comunista Chinês – essa é a realidade nua e crua – tão bandido, desumano e cruel como outra agremiação comunista ou socialista que provenha ou nasça em qualquer continente ou país. No Brasil, por sua vez, mais um terrível conflito vem de ser deflagrado pelos vermelhos contra a Nação Verde e Amarela. Isto mesmo, com a sórdida pretensão de golpear a grande maioria da população brasileira recrudesce, nestes tempos da peste chinesa, a batalha para destruir o governo eleito em outubro de 2018.
Não há, entre os patriotas ou mesmo entre aqueles que não adoeceram de ódio ao ver afastados do Planalto a abominável classe política, quem esteja alheio a esta situação: tudo que o Bolsonaro e sua equipe de ministros e colaboradores fizerem será usado contra eles até que sejam defenestrados do cenário nacional, abrindo as portas para o retorno do roubo e da corrupção.
A loucura já chegou ao ponto de se pretender apear o Presidente da República do poder porque tem se negado a disseminar o pânico e a aceitar a derrota, a exemplo do que fizeram os grandes líderes e os maiores estadistas da história nas horas mais cruciais de seus povos, que marcharam à frente de seus exércitos ou lideraram sua gente pregando a coragem diante da adversidade, minimizando as agruras e as dificuldades, bem como assim agitando sinais e palavras de esperança.
Ainda outro dia se viu a caricata figura de “boneco de bolo de noiva” do governador de São Paulo - que se elegeu agarrado na bainha das calças do Capitão - vir a público dizer, com aquela cara de croupier de cassino clandestino, que o Capitão não mais liderava o País, justo e só porque, inobstante a gravidade do momento, se nega ver o Brasil de joelhos e falido por conta da “panicodemia” que o patife quer ver instaurada, a mando dos maléficos comunistas dos FHC’s da vida aos quais vendeu a alma. Consinta, meu caro leitor, dizer que, guardadas as diferenças e as devidas proporções, a garra e a atitude de Bolsonaro dos tempos de agora me faz recordar o grandioso exemplo de um dos maiores homens públicos de nossa era: Sir Winston Churchill, o carismático primeiro-ministro britânico, durante a segunda grande guerra.
Recordemos um pouco, nestes tempos de reflexão. Naqueles dias de “sangue, suor e lágrimas”, o psicótico Hitler já havia partido para a União Soviética, na famosa Operação Barbarossa. O objetivo do Führer e do Eixo era exterminar não só o exército vermelho, mas o próprio comunismo (pena que não tenha conseguido) além de assegurar caminho livre para impor a derrota definitiva aos adversários. Como consabido na época, a situação era francamente favorável ao líder nazista e a seus comparsas. Os Aliados estavam praticamente liquidados, sem chance alguma, com a França subjugada e sem a ajuda dos Estados Unidos, apenas tentavam desesperados frear a ofensiva inimiga em solo europeu, capitaneados por Churchill.
Exatos oitenta anos atrás, Churchill ousou como ninguém e, em meio a sua Ilha arrasada pelos bombardeios alemães surgiu dos escombros, de chapéu coco, charuto na boca e exibindo bem alto seu V da vitória. Foi ato de gênio. Aquele gesto que num primeiro momento poderia parecer uma ridicularia insignificante mudou os rumos da guerra, deu um giro de cento e oitenta graus na moral dos Aliados e de toda a população que resistia a Hitler, a Mussolini, ao nazismo e ao fascismo.
Em tempos críticos, era o momento de dar um sinal claro aos adversários, tal como o Capitão vem fazendo agora, lutando de corpo e alma, contra o stablischement corrupto. Um sinal de resistência, nada mais. Foi simples o que Churchill fez. Valeu-se do V da vitória que, na época, popularmente representava até um sinal quase obsceno, rude na verdade (significa dizer aos nazistas: enfiem suas bombas no…) e que outrora os bonapartistas usaram muito ('V pour victoire'), mas que deu certo e consagrou o homem perante a história.
Na noite daquele memorável ato de coragem a British Broadcasting Corporation-BBC inglesa – que nunca se prestou a ser uma “Globolixo” em seus quase 98 anos de existência - repetia sem cessar: “O primeiro-ministro Winston Churchill clama para que todo o povo britânico use o sinal do ‘V de Vitória’”. Era a consagração daquilo que aquele líder pregava desde o primeiro instante, desde o discurso de posse, pouco mais de um ano antes. “Vitória, vitória a todo o custo, vitória a despeito de todo o terror, vitória por mais longo e difícil que possa ser o caminho que a ela nos conduz; porque sem a vitória não sobreviveremos”, havia bradado firme no parlamento inglês.
Diz a biografia do líder que, uma semana depois, a mesma BBC reportava que o sinal com a mão e a letra “V” já se espalhavam Europa afora: “Por toda a Europa, o ‘V’ está sendo visto pelos alemães, e começa a provocar seus nervos. Eles o veem rabiscado nas ruas, desenhado em cartazes, pintado nos paralamas de carros alemães”. Pronto. Com um gesto simples, Churchill começou a vencer a guerra e até a vitória definitiva, ele não parou mais de fazer o sinal com a mão, muitas vezes com um charuto entre os dedos.
Churchill, a meu ver o maior dos britânicos, liderou o combate contra o nazismo doido de seu arqui-inimigo Hitler, levou o Reino Unido a vencer a guerra e embora não tivesse o apoio de sua base aliada, tinha incondicional apoio de seu povo e isto foi fundamental para seu êxito.
Bem sei que virá de lá a vermelhada me “chuchando” por comparar a atitude de Bolsonaro à de Churchill bem como assim a época da 2ª grande guerra com a atual, porém essa mesma trupe que costuma chamar o “Ogro Triplamente Condenado” de estadista (só se for da impostura) esquece que o Mito se ergueu do leito em que quase morreu assassinado exibindo também o V da vitória e de lá vem liderando uma equipe notável de colaboradores e também os patriotas contra o flagelo do comunismo e do socialismo que desgraçou e ainda mantém na miséria no Brasil, não só o equivalente a 450.000 ingleses, ou seja, a 0,94% da população da época no Reino Unido, morta nas mãos dos nazifascistas, mas 15 milhões de brasileiros, isto é 7,5% da população atual cujas vidas foram destruídas e as esperanças foram roubadas pelas quadrilhas de Sarney a Temer.
Contra o punho fechado e erguido dos canalhas de sempre - agora propagadores da política de terra arrasada com o qual querem estrangular a economia pensando na chance de voltar ao poder - temos o V de uma vitória perseguida obstinadamente pelo Capitão que está, em primeiro lugar, pouco se lixando para os privilegiados e os poderosos, que a custa do muito que recebem dos cofres públicos podem gozar de douradas quarentenas em suas casas de luxo, em seus bunkers comprados com dinheiro da corrupção ou em seus castelos arrancados do bolso magro dos operários, mas sim com os trabalhadores que não tem como ficar em casa, casebres ou abrigos; com os que não podem abandonar seus postos de serviços essenciais; com os micros e pequenos empreendedores que mantêm a grande maioria dos empregos no País; com os que servem aos ricos de porta em porta; com aqueles que das ruas trazem seu sustento diário para matar a fome dos filhos; enfim com todo o trabalhador brasileiro e pai de família que, muito antes dos famosos e dos vassalos da imprensa negra ou dos nababos de Brasília-DF vão perecer se a economia quebrar, se o desemprego e a fome se instaurarem definitivamente ou se a vermelhada maldita voltar ao poder. E nós os patriotas, os cidadãos do bem, os homens de honra e de coragem do lado de quem estaremos mais esta vez?


OBS: José Mauricio de Barcellos, ex Consultor Jurídico da CPRM-MME, é advogado.

Última modificação em Sexta, 03 Abril 2020 14:12
José Maurício de Barcellos

O Advogado José Mauricio de Barcellos, natural do Estado do Rio de Janeiro, tem 50 (cinquenta) anos de experiência profissional, com Mestrado na Cadeira de Direito Privado, na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. É professor, com Licenciatura Plena nas cadeiras de Direito e Legislação, Administração e Controle, Organização e Técnica Comercial, pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, tendo concluído vários cursos de extensão ou de aperfeiçoamento, na Fundação Getúlio Vargas e em outras Universidades.

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