Qui07092020

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25 Abr 2020

VÃS AMEAÇAS

Escrito por 

Os sinais e os gritos estridentes desses anseios do povão estão por aí em toda parte e, por mais que a extrema imprensa os esconda as redes sociais os exibem escancaradamente.


A última vez em que se perguntou aos verdadeiros donos poder o que estavam pretendendo para nosso País, a grande maioria do povão deixou claro - tirantes aqueles que direta ou indiretamente nas últimas três décadas foram adeptos ou simpatizantes das quadrilhas de Sarney a Temer, que a Nação Verde e Amarela estava exigindo: 1) que fosse definitivamente libertada da sanha ignóbil da classe política abjeta; 2) que a corrupção e a malversação no trato da coisa pública fossem afastadas de nossa sociedade; 3) que o custo com a máquina governamental fosse drasticamente reduzido ao adequado ou ao essencial; 4) que as facções criminosas travestidas de entidades de classe ou de partidos políticos, não mais pudessem influir nos governos eleitos; 5) que o suado dinheiro de nossa gente nunca mais viesse a fornir as algibeiras da banca, dos poderosos e das eternas sanguessugas do Brasil, só para destacar o mínimo.
Libertar o Brasil das garras ou das mãos imundas de Sarney, de Collor, de FHC, de Lula de Dilma, de Temer, bem como assim das mãos de suas quadrilhas homiziadas nos três poderes da República, significa banir da vida pública, com repúdio e com desonra, qualquer bandido de carreira que trabalhe ou que tenha trabalhado em prol da vermelhada delinquente ou da direita voraz e usurpadora. Tivesse isto acontecido, o Brasil de hoje nem mais estaria ouvindo falar de um só daqueles nojentos caciques políticos dos tipos repulsivos dos FHC’s da vida, tanto quanto dos “Mandarins Solta Bandidos” do STF ou dos senadores e dos deputados que, nos últimos 30 anos, tenham sido pegos pelas malhas da lei ou ainda de qualquer gestor ou funcionário público que tenha se visto em igual situação.
Livrar nossa sociedade da corrupção, da malversação ou da incompetência enraizadas como um câncer na máquina governamental significa punir exemplarmente o corrupto e o corruptor, já apontados pela Justiça, que se locupletaram dos cofres públicos e exonerar a bem do serviço a odiosa trupe dos príncipes e dos nababos abrigada no executivo, no legislativo e no judiciário.
Reduzir as despesas com a máquina pública da União e de todos os entes da Federação é, em outras palavras, dar um basta no “Custo Brasil”, cujo principal fator de descontrole é o gasto com a máquina governamental, da qual decorre todo desequilíbrio fiscal que, na época petista, chegou a níveis nunca vistos. Somente para se ter um pequeno exemplo do muito que o povão aplaudiria em relação a este campo de ação, se poderia vetar constitucionalmente, em homenagem a população dos desvalidos, que um servidor público, de qualquer poder, ganhasse mais do que vinte salários mínimos, sob pena de confisco ou tipificação de crime inafiançável contra o erário. Outra medida: tipificar também como crime o recebimento, sob qualquer rubrica, de adicionais, vantagens ou acréscimos pagos pelo tesouro. Seriam medidas emblemáticas, na esteira das quais muitas outras viriam.
Impedir que entidades do mal possam continuar a participar da vida do País seria, em última análise, além de exterminar as Organizações Criminosas - OCRIM’s em definitivo, também proibir o funcionamento ou a proliferação de entidades ou agremiações políticas de viés social comunista posto que foram estas que, associadas ao crime organizado nos últimos 30 anos, aqui e no exterior (PCC, Comando Vermelho, FARCS, Foro de São Paulo, etc.), entregaram o Brasil aos narcotraficantes e o levaram à beira do caos e tudo porque simplesmente os objetivos daquelas malditas associações são incompatíveis com a verdadeira democracia em uma nação igualitária, livre e soberana.
Percorrendo ainda estas sendas, tenho convicção de que o povo do Brasil exultaria ante qualquer medida que limitasse a exploração perversa pelos bancos tanto quanto prestigiaria entusiasticamente as medidas econômicas e fiscais que retiraria dos ombros do bom empresário e do trabalhador a desumana carga tributária que lhes é imposta para sustentar o fausto das cortes do planalto central.
Os sinais e os gritos estridentes desses anseios do povão estão por aí em toda parte e, por mais que a extrema imprensa os esconda as redes sociais os exibem escancaradamente. No domingo último 19 de março, Dia do Exército, em visita ao seu Quartel General em Brasília-DF, o Capitão se deparou com um grande grupo de apoiadores que lá estavam não só para gritar palavras de encorajamento ao Presidente da República como, também, para protestar aos berros contra as políticas extremadas de isolamento social. Outras manifestações do gênero ocorreram em frente a muitos quartéis de diversos estados.
Como virou uma rotina – que mata os vermes vermelhos de inveja – o Presidente foi cumprimentar de perto as centenas de pessoas que lá estavam e, debaixo de grande delírio popular, Bolsonaro pôde ouvir da multidão pedidos relativos ao fim da quarentena, também quanto a um afastamento do seu cargo no Parlamento do traidor do Brasil, Rodrigo Maia, além do fechamento do Congresso Nacional e do STF.
Foi, então, que Bolsonaro subiu na traseira de uma camionete e fez um discurso de improviso, repetindo o que já se cansou de gritar por todo canto: “Estou aqui porque acredito em vocês. Vocês estão aqui porque acreditam no Brasil. Nós não queremos negociar nada. Nós queremos é ação pelo Brasil. O que tinha de velho ficou para trás. Nós temos um novo Brasil pela frente. Todos, sem exceção, têm que ser patriotas e acreditar e fazer a sua parte para que nós possamos colocar o Brasil no lugar de destaque que ele merece. Acabou a época da patifaria. É agora o povo no poder." “Mais que direito, vocês têm a obrigação de lutar pelo país de vocês. Contem com o seu presidente para fazer tudo aquilo que for necessário para que nós possamos manter a nossa democracia e garantir aquilo que há de mais sagrado entre nós, que é a nossa liberdade. Todos no Brasil têm que entender que estão submissos à vontade do povo brasileiro. Tenho certeza, todos nós juramos um dia dar a vida pela pátria. E vamos fazer o que for possível para mudar o destino do Brasil. Chega da velha política. Agora é Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.
Ficou claro que o Presidente não estava concitando o povo a lhe apoiar em golpe de estado. A rigor, o discurso do Capitão tinha um público alvo, justo o Legislativo e o Judiciário, que, em conluio criminoso, visam a isolar o Chefe do Executivo e já há muito tempo. Desde o ano passado que alguns vendidos do STF e o Presidente da Câmara boicotam e solapam sistematicamente as ações do governo Central. Tudo quanto o governo da União quer implementar é bombardeado solertemente. A grande maioria das Medidas Provisória, tais como a que, por exemplo, impede o PCdoB de “cafetizar” as carteirinhas dos estudantes; a que extingue uma sinecura chamada DPVAT; a do Contrato Verde e Amarelo, que estimulava a contratação de pessoas entre 18 e 29 anos para o primeiro emprego com carteira registrada, foram retiradas da pauta, assim como outras de relevante interesse para o País, que simplesmente caducaram porque o corrupto de pai e mãe, Rodrigo Maia, não as colocou em votação. Quem este patife pensa que é?
Agora, a pretexto de estarem elaborando políticas mais eficazes para o combate ao vírus chinês, o tal “Leitãozinho da OAS” e o “Burrego Alcolumbre” estão tentando enfiar no bolso da “Viúva” qualquer coisa em torno de 200 bilhões de reais, para financiar as campanhas municipais dos aliados daqueles mequetrefes. Em virtude disso tudo, o que restaria ao Capitão senão procurar no povo o respaldo para ações que refreiem, neste tempo de corona vírus, os projetos tirânicos de prefeitos e governadores que objetivam quebrar o Brasil para subir na vida, tanto quanto os vilipêndios de Maia e de sua corja no Parlamento?
É isso que o povo quer e que espera de Bolsonaro. Sinto que a hora de se passar da reivindicação para a ação efetiva está se aproximando. Estou dizendo isso porque já ouço o som do clamor popular, cada vez mais estridente, vindos de todo o canto do Brasil. Pouco se me dá que os Barões da comunicação ponham suas máquinas mortíferas da desinformação a serviço do establihment corrupto e degradado. Não me assusta, nem a qualquer patriota, os conluios secretos, as tramas e as reuniões na calada da noite dos vendilhões da Pátria e estou convicto de que, nenhum homem de honra neste País deixa de se revoltar com pérfida atuação de Maia, Alcolumbre, Gilmar e Toffoli, só para citar uns poucos, que objetivam emparedar o Capitão, legal ou ilegalmente, usurpando seus legítimos poderes, tanto quanto considero risíveis as decisões de dois “Capas Pretas” dos demônios no STF, uma do tal que mandou investigar a ocorrência de crimes contra a ordem constituída por conta dos gritos, das palavras de ordem e das faixas agitadas pelo povo no ato em frente ao Quartel General do Exército, em 19 de março passado e a outra a de um antigo serviçal de Sarney que, por confessado ódio ao Mito, está dando seguimento a uma ação de segurança de dois militantes do PT, que objetiva retirar de Bolsonaro os constitucionais poderes outorgados pelo povo do Brasil.
A vontade soberana da ampla maioria do povo está sendo aviltada. A hora não tarda. O confronto se faz iminente e digo: ocorrerá quer o Capitão o convoque ou não, pois Bolsonaro não deve esquecer que o povo brasileiro está acima dele também. Não importam mais as vãs ameaças dos poderosos de Brasília. No momento em que nossa gente rebelada resolver aos milhões sitiar a capital e as demais capitais dos Estados para apear, a tapas e safanões, a canalhada que ainda a mantém escrava, imagino e auguro que vão tremer na base os tais Mandarins do Supremo, o primeiro, um assecla do “Corrupto dos Porões do Jaburu” e, o segundo, aquele para o qual o ex Consultor Geral da República e seu padrinho político, Dr. Saulo Ramos, cunhou em seu livro de memórias a frase que vai servir ao prepotente, soberbo e imbecil de mortalha: “Celso você é um Juiz de me...”.
São justos aqueles que querem humilhar, assustar e ameaçar os reais donos do poder e seus únicos patrões que vão passar por maus momentos. Nesta hora é que será bom ver de que têmpera um canastrão daqueles é forjado, porque quanto aos patriotas que os vão justiçar perante a Nação furiosa e revoltada, já se sabe que estes não fogem à luta.

José Maurício de Barcellos

O Advogado José Mauricio de Barcellos, natural do Estado do Rio de Janeiro, tem 50 (cinquenta) anos de experiência profissional, com Mestrado na Cadeira de Direito Privado, na Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. É professor, com Licenciatura Plena nas cadeiras de Direito e Legislação, Administração e Controle, Organização e Técnica Comercial, pela antiga Universidade do Estado da Guanabara, tendo concluído vários cursos de extensão ou de aperfeiçoamento, na Fundação Getúlio Vargas e em outras Universidades.

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