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Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino

Rodrigo Constantino é economista formado pela PUC-RJ, com MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha desde 1997 no mercado financeiro, como analista de empresas e administrador de portfolio. É autor do livro "Prisioneiros da Liberdade", da editora Soler.

Terça, 12 Dezembro 2017 12:29

A HORA DO LIBERALISMO

 

 

 

Discursos não bastam, e o Brasil precisa de um choque radical de liberalismo, pois estamos mais distantes dele do que Plutão da Terra!

 

 

 

Um grupo de engenheiros formados pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) lançou uma carta que nada tem a ver com a construção de aeronaves. Intitulado “Manifesto pelo Brasil”, o texto expõe preocupação com os rumos do país, “nestes tempos de instabilidade política, corrupção, desemprego e violência”, e se dispõe a pensar em novas saídas para a crise nacional. É a primeira vez que ex-estudantes da instituição se posicionam sobre assuntos dessa natureza.

 

 

Os privilegiados do setor público estão por trás dos protestos contra as reformas estruturais de que o país precisa, e ainda querem aumentos de salário. Configura-se um quadro de parasitas demais para poucos hospedeiros, quando a crise derruba a atividade econômica como derrubou. A conta não fecha. Não é possível se iludir eternamente.

Sexta, 14 Julho 2017 15:29

A POLÍTICA DA NOSTALGIA

A nostalgia pode ser uma poderosa arma política. Pode ser um motivador ainda mais poderoso do que a esperança, explorada pelos revolucionários. A esperança pode trazer decepção, mas a nostalgia é irrefutável. Ela adota um pensamento mágico para a História, e o sofredor da modernidade encontra refúgio nessa magia, na ilusão de que existiu um Éden e que é possível resgatá-lo.

Essa foi a pergunta que Joaquim Barbosa fez aos artistas em encontro recente, segundo Mônica Bergamo. Já comentei aqui sobre essa tão sonhada chapa dos artistas e “intelectuais”, com Marina Silva e Joaquim Barbosa.

 

 

 

É um espanto! Mas é a típica mentalidade feminista, sinônimo de socialista. Atacar terroristas islâmicos não pega muito bem nesse mundo politicamente correto. Por isso é melhor atacar a “censura do mercado”, ou seja, a falta de desejo dos consumidores em ler histórias em quadrinhos repletas de mensagens políticas chatas, quando querem apenas boas histórias de heroísmo e, talvez, amor.

O câncer do Brasil são esses sindicatos poderosos. Acabar com o nefasto “imposto sindical” é uma necessidade urgente. Só assim essas entidades vão minguar, pois no dia em que dependerem da adesão voluntária dos trabalhadores, ficarão a ver navios. O trabalhador sabe muito bem que essa turma não o representa, e sim os interesses dos próprios sindicalistas e políticos de esquerda.

 

 

 

Potencial a gente sabe que o Brasil tem. Afinal, são tantos anos de incompetência, corrupção, ideologia equivocada, tudo criando uma gigantesca barreira ao empreendedorismo, que basta retirar alguns obstáculos para o bicho decolar. Mas a questão é essa: vão ser retirados os obstáculos?

A Petrobras registrou prejuízo de R$ 14,82 bilhões em 2016, em linha com o esperado pelo mercado. Foi o terceiro ano consecutivo de perdas. Em 2015, o resultado foi negativo em R$ 34,8 bilhões. Apesar disso, a estatal apresentou melhoras operacionais em razão da redução dos investimentos e do corte de despesas. 

 

 

 

Se continuar a emergir do pântano podres assim, é capaz até de Obama encontrar a tal certidão de nascimento e se mandar para a Quênia, em busca de “asilo político”…

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